10.11.09

E eu tenho uma historinha boa...

para contar, a piada me ocorreu assim, com perfeição mas... acho que não posso. Ainda não, pelo menos.

Acho que posso contar a primeira parte. A segunda, aquela que se relaciona comigo e o paralelo que eu fiz com minha própria vida, não dá. De qualquer forma, o protagonista da primeira parte, ontem, tratou de me dar, de presente, um outro final. Não tão bom... mas um final.

No feriado, no Rio, conhecemos um amigo de uma amiga. Médico homeopata, um tanto mais velho, algo de sabededoria cética, ex-esposas e tals. Fomos beber com a turma. Boteco das Garrafa. Assim mesmo, faltando o esse. Lá pelas tantas... e pela décima quinta garrafa de cerveja (tomamos dezoito e juro que eu não sei como fomos parar nesse número tão rápido em quatro pessoas), ele diz:

Toda mulher tem uma puta escondida. *
Às vezes mais óbvia, às vezes menos.
Quando eu não consigo enxergar a puta, fico sempre me perguntando... cadê a puta dessa mulher, cadê, cadê? Cadê a puta dessa mulher?

É muito menos engraçado sem todo o gestual e a cerveja que acompanhou mas... acho que deu para captar.

Bom, me aconteceu uma coisa no sábado que me lembrou disso mas... não dá.

De qualquer forma, ontem minha amiga me disse que ele perguntou por mim especificamente (juro que não senti nenhuma vibe desse tipo).

Vai ver enxergou a minha... rs.

* essa história de lady aqui, puta acolá me irrita deveras. Eu até entendo o que eles querem dizer mas essa divisão é absolutamente desnecessária. Mulher já não está bom?

6.11.09

Solidão

Não sou eu, não. Pelo menos, não especificamente. Acho que somos todos. Mas aí é filosofia, Nietzsche e tal. Não é disso que eu quero falar.

Eu tenho várias amigas. Mulheres muito especiais. Bonitas, independentes, divertidas, inteligentes. Estão sozinhas. Todas na casa dos trinta e uns. E quando conversamos, é sempre a mesma história. Todas, sem exceção adorariam se apaixonar, namorar alguém legal (e nem, estou falando de casamento aqui, hein? Porque a maioria nem quer isso). Querem (queremos) é um relacionamento legal mesmo.
Alguém interessante, inteligente, bem-humorado, independente (e hábil, claro...). Difícil. Muito. E acredito ser difícil para eles também, porque ouço a mesma coisa de alguns amigos homens.

Acredito que foi para o bem, mas esse novo hábito de casar mais tarde, de tratar da independência primeiro e, (em alguns casos) de amadurecer e aprender quem somos, tornou a possibilidade do encontro mais difícil.
Exigentes, somos. E acho que devemos mesmo ser. Um tanto egoístas também. Temos nossa casa, nossos hábitos e manias, a solidão pode ser muito prazerosa. E dividir esse espaço com alguém a quem temos de fazer várias concessões, fica bem menos tentador. A troca parece não valer a pena, na maior parte das vezes.

Não sei. Não sei. Acredito mesmo que estando cada vez mais confortáveis e felizes com a nossa solidão é que nos tornamos capazes de nos relacionar melhor. Sem dependência, sem posse, sem insegurança.

Tudo isso porque conversei com uma delas ontem, que me contou dois recentes casos. Eram impossibilidades de saída. Pessoas indisponíveis. Por variados motivos. Ela já sabia. Porque a tristeza, então? O desânimo? Se tem coisa que eu não consigo fazer é isso: idealizar pessoas, fantasiar situações.

E digo a ela que precisa relaxar. Se divertir. Ser feliz. Essas coisas são assim mesmo. Não se procura. Aparecem quando tem que aparecer.

Acho que estou dizendo a mim mesma.

3.11.09

Cidade Maravilhosa

Então eu fui passar o feriado no Rio. Não sei se devia, já que as finanças andam meio complicadas e eu vou sentir o after taste desses dias quando a fatura do cartão chegar mas... toda santa vez que eu vou para lá, fico me perguntando porque é que eu fiquei tanto tempo sem ir. Eu sou a mais paulistana das pessoas. Amo amo amo SP , o que não me impede, em nenhum momento, de amar o Rio de Janeiro também. Delícia de feriado.

30.10.09

Só para não dizerem que não disse...

Nada de engraçado acontece nessa minha vida, meudeus. Ou seja... , a conclusão: que vida sem graça.

Hotel reservado para o feriado no Rio mas... manhã de sexta e sei lá, não sei, preguiça, um monte de coisas juntas. Entregamos a primeira parte do projeto novo na semana passada, o que colocou o escritório em uma posição mais ou menos (atente para o mais ou menos) regular. Coisas se acumulam ainda mas, pelo menos, não tenho mais a sensação de estar enterrada sob um monte de trabalho a fazer. O monte diminuiu um pouco.

Ahhh... foi um sucesso. Pediram até um outro orçamento. Ok, ok... Única parte da minha vida que parece que tenho alguma competência para administrar.

Séquiço en de citi? kakakakaka. Só rindo. Sinceramente, tem me faltado a disposição para começar coisas. As coisas começadas não me empolgam em nada. Zero empolgação mesmo.

28.10.09

So fun...


Claro, né. Dica das Fridas. De novo.

20.10.09

Eu não sei quanto os mouros trabalhavam mas...



Eu, de segunda a segunda, dias de 14, 16 horas.
Juro.
Ninguém merece.
Desculpem pela ausência mas absolutamente sem novidades a não ser que vocês se interessem pelas tendências do inverno 2010 ou verão 2011.
Aqueles seres que fazem a gente feliz e deixam a gente doida ao mesmo tempo? Existem? Sei não. Não tenho tido a sorte de cruzar com nenhum.

7.10.09

E só mais uma, rapidinha e infame

Além de todas as coisas que andam me acontecendo, estava com uma puta dor de dentes. Desde sexta-feira, vivendo à base de lisador de 8 em 8 horas. Fui ao dentista ontem. Era o ciso. Parece que o meu juízo cedeu de vez, já que está com uma parede interna rachada. Deveras esclarecedor.
Devo extrair, diz o dentista. Eu, tá bom... semana que vem, não quero passar o feriado inchada e sem poder comer.

Saindo do dentista, conto a novidade para minha amiga... digo que vou ter que arrancar o dente. Ela diz... quando? E eu: ahhh, só na semana que vem. Esta semana eu tiro o atraso, na outra eu tiro o ciso.

Eu sei... péssima.

Bom, Flávio

eu disse que ainda dava tempo de desistir de tudo... ou mudar de planos...

Mas deixa eu perguntar só uma coisinha? Você não acha que me conhece demais, não? rs

E é bom, você deixar o seu e-mail aí, nos comentários, porque não pega bem ficar respondendo assim, né?

Obrigada.

Bora, vai...

Não sei o que me deu ontem. Mas depois de semanas aposentada, trancafiada em casa, praticando o celibato, aceitei três convites. Três seres humanos do séquiço masculino diferentes, que eu ainda não conheço. Café na quinta, jantar na sexta, balada no domingo. Estilos diferentes, como vocês podem notar.
Claro, ainda dá tempo de desistir de tudo.