5.6.07

Nem sempre se vê, lágrimaaaaa, no escuro

Eu estou tão chata, vocês não fazem idéia.
Leio um blog e penso: chato. Leio um livro e acho: chato. Folheio uma revista e tã.. nã..: chata. Filme então, nem se fala. Chata és tu, cara de tatu.

E ontem, pela primeira vez (acho que estava muito ocupada fazendo força para manter e cumprir as minhas determinações), senti uma falta doída do Zé.
Não liguei prá ele, não. Melhor não, né?

Dizem que o tempo cura todas as feridas mas, sinceramente, podia passar mais rápido.

3 comentários:

L. Smith disse...

O tempo nesses casos é mesmo cruel.

Tata disse...

Se eu te disse que não passa você não fica brava? Diminui muito, mas não passa. E olha que faz dois anos. A vida dele foi refeita, a minha está sendo (cada um a seu tempo), mas ainda me pego no supermercado comprando coisas que eram da gente. Me pego citando ele e até falando as expressões dele. Mas hoje tudo isso não dói mais. Apenas engraçado.

Anônimo disse...

Dani, sou novo por aqui.. Sei que você sente muita falta do Zé, e que se separou dele a pouco tempo. Mas vendo por outros lados, isso pode ser considerado uma coisa boa ou ruim? Se você está com tantas lágrimas da separação, por que não volta com o zé.. Até que pode dar certo, ou não