9.5.10
27.4.10
Rapidinha
19.4.10
O monstro de L*st
8.4.10
Shhhhhhhh, shhhhhhhhhhh, dorme....

Dentro de mim mora um dragão. Fêmea. Domar a criatura e botá-la prá dormir me dá um trabalhão danado. I manage. Por meses, às vezes. Na maior parte delas, demanda alimentação. Então, eu faço isso: dou alguma coisinha prá ela comer e imediatamente tento botar ela prá dormir. O efeito pode ser oposto. E o lanchinho deixá-la mais voraz, abrir o apetite, criar insatisfação. Tem uma bendita semana do mês que manter a besta dormindo é quase uma impossibilidade. O bicho acorda faminto e juro, eu canto canções de ninar, faço cafuné, prometo banquetes futuros, peço paciência e... nada. Mal acostumadinha, a praga. Vinte anos sendo alimentada e mimada constantemente. Deu nisso. Nesse bicho quase incontrolável.
Pois então.
Tem uma criatura do sexo masculino que teima em cutucar a fera. Teima. Teima. Teima.
Quase um ano fazendo isso. Juro, gente. Fico quieta lá no meu canto, minding my own business. Os encontros são profissionais, na maior parte. Estado civil da pessoa é impeditivo. Pessoa não é metralhadora giratória. O oposto disso. Certinho, poderíamos classificar.
Então me conta porque... porque é que insiste em fazer barulho toda vez que eu chego perto? Toda vez que eu me aproximo, dá nisso. Pessoa cutuca de leve. Beeeeem de leve. Nada que possa servir de prova in a court of law. Dragão abre um olho, dá uma rugidinha, se mexe. PQP.
Levo dias para amansar a fera.
Olha aqui, pessoa, presta atenção... se não pretende lidar com o dragão, pode, por favor, deixar ela dormir sossegada?
Agradeço imensamente.
7.4.10
1.4.10
Deixa eu escrever alguma coisa
O presente continua presente. The same, no news. Nada relevante, pelo menos. Só muito trabalho. Não estou reclamando.
Como é que eu posso dizer no news? Retardada, eu. A viagem. Viajo para Amsterdam, dia 17 próximo, para uma pesquisa de tendências, acompanhada do meu melhor amigo. Podem babar.
Feriado dos ovos e coelhinhos. Permanecerei em SP. Trabalho sábado e domingo. Viram? Onde é que eu vou arrumar tempo para que coisas aconteçam? Me digam, por favor...
29.3.10
As coisas vem em grupos de 3?

Porque teve a onda pés, e a onda dominação (que eu recusei completamente porque, né... ninguém merece). Ultimamente, parece que ando na fase bunda. Sinceramente.... essas obsessões masculinas...
E só prá descontrair, uma historinha que vale como exemplo.
Cena: Manhã seguinte. Quarto. Som de chuva forte.
A câmera passeia pelo quarto e fecha no casal na cama, meio acordado, meio dormindo, conchinha clássica.
Ele: "Que delícia... esse barulhinho de chuva e eu, aqui, abraçado a uma bunda."
Ela: Rindo... "Engraçado, pensei que eu fosse uma pessoa."
Não que eu me incomode com a frase. De jeito nenhum. Foi a verbalização de um pensamento espontâneo. Duro é a monotonia da coisa mesmo.
Prá que pensar no que escrever
....I live in a shell,
Safe from the past,
and doing' okay,
but not very well.
No jolts, no surprises,
No crisis arises
My life goes along as it should,
it's all very nice,
but not very good.
So... that´s it, folks. It's all very nice but not very good.
23.3.10
I just called to say how much I care
Eli, querida, seja feliz. Mesmo que por uma semana. Um dia, uma semana, um mês. De coração acelerado, de enxergar tudo rosa, de sorrir feito boba o tempo todo. De ter vontade de ligar às oito da manhã prá dizer bom dia e simplesmente ligar. Porque apaixonado não joga, não calcula, não coloca pé atrás.
E que os deuses continuem protejendo. Os bêbados, os loucos e os apaixonados.
19.3.10
14.3.10
Mulher é um bicho chato
As que usam o sexo como moeda de troca e pior, como chantagem. Querem afeto, atenção, dinheiro. Dão sexo. E quando recebem sexo de volta, ficam ofendidas. Querem afeto, atenção, dinheiro. Negam sexo. E ficam aturdidas quando não dá muito certo. Ou então, querem é sexo mesmo e tem que inventar um conto de fadas prá justificar.
Essa história das mulheres de se ofender com o desejo masculino... juro, parece piada. Ele só quer me comer. Hã-rã. Provavelmente. Your choice, baby. Veja como um elogio. Decida o que quer fazer. E assuma. Fazem questão de não crescer, de não exercitar o bom senso, a maturidade, a independência.
E não enxergam. Ou enxergam e fingem não enxergar. Onde estão metidas, com que tipo de homem estão envolvidas, quais são as verdadeiras características de suas relações. E colocam sua vida, sua felicidade, seu corpo, seus dias e suas noites nas mãos de outra pessoa, sem assumir responsabilidade por nada que lhes acontece. O mundo é culpado, claro. Os homens são todos iguais (Sim, são, dears. Em algumas características básicas que fazem deles os seres do sexo masculino que apreciamos tanto, são mesmo. E, sinto muito, não adianta espernear contra as coisas que são).
E como reclamam. Como se praticassem um esporte. Reclamam de tudo. Do calor, do frio, da chuva, do sol, da calça que ele comprou, da faxineira, do fato dele não ter reparado que cortaram o cabelo. Pobres dos homens. Haja paciência. Gostam mesmo de nós, viu? Ou não suportariam. Já teriam nos matado a todas.
Uma certa tendência a complicar, elaborar, imaginar futuros possíveis e impossíveis. Ficar caraminholando o que queria dizer aquele sms. Quando queria dizer absolutamente o que estava escrito nele. Homens são, na maioria das vezes, literais. Básicos, simples, diretos*. Dizem o que querem dizer. Não ficam esperando que a outra pessoa adivinhe suas mágoas, seus desejos, suas vontades. Quando dizem: eu quero te comer... é isso mesmo que estão dizendo. Nada mais, nada menos. Aprenda a lidar com isso.
Não estou dizendo que eu não faça nada disso, hein? Faço, claro. É um exercício diário para não escorregar para as formas nas quais, parece, fomos todas moldadas. Mas manter os olhos e ouvidos abertos não é tão complicado assim.
Eu sei. Eu sei. Soa um pouco cético mas é uma das características que a maturidade traz. Os óculos cor-de-rosa não funcionam mais. O que não significa que não sejamos românticas, que não precisemos de colo, que não esperemos ser conduzidas nas ocasiões e momentos certos.
Somos complexas mesmo. Quem sou eu prá negar? Nem nós sabemos direito o que queremos. Simplesmente porque queremos uma coisa num momento e outra, dali a cinco minutos. Os sentimentos mudam, muda o humor... pronto. Muda tudo. Ele olha prá mim e não me vê quando estou passando por um dia particularmente carente e é o que basta. O monstro da insanidade resolve se manifestar.
Somos, como diz a sábia Rita Lee, um bicho esquisito. Exageradas, estabanadas, emotivas demais. Só não precisamos ser cegas. Nem burras.
* ainda escrevo, qualquer dia desses, um post chamado: Homem é um bicho básico.
13.3.10
Quero ver o que você faz... ao sentir que sem você eu passo bem demais

A minha vida toda eu fui magra. Nenhum esforço envolvido, somos todos magros nessa família mesmo. Em uma boa parte da vida, adolescência e tenra juventude, eu podia ser chamada de magrela, até.
O Zé, excelentíssimo senhor meu ex-esposo sempre gostou de mulher magra e elegante. É daqueles raros tipos que abominam as mulheres fruta, as Carlas Per*ez, as bundudas e gostosonas de plantão. Bom... me escolheu, né? Devia ter algum motivo.
Eu tinha dezenove e era bem magrinha mesmo. Ele adorava envolver a minha cintura com as mãos (tem mãos bonitas e grandes, mãos de homem mesmo) e dizia que as minhas costelas eram o seu pianinho. Bom... vamos ao verdadeiro assunto.
Se eu engordasse um pouquinho que fosse... sei lá, um ou dois quilos... claro que ficava com uma barriguinha (depois de ter filho, inevitável, praticamente) e ele, toda vida toda vida toda vida me torturou. Reparava, reclamava, dizia que eu ia ficar feia e barriguda, barriga de bicho e tal. O inferno. Uma das inúmeras maneiras dele de me diminuir para poder me controlar mas isso, eu só sei hoje.
Mês passado, ele esteve aqui visitando o Mateus. E eu estou mesmo, mais gordinha. Quem lê esse blog e me conhece, vai dizer que eu estou louca e tal mas é verdade. Não gorda. Mas mais do que costumava ser o meu habitual. Sabe o que ele disse?
Tá mais gordinha. Melhor assim. Você andava magra demais, não é saudável, não é bom prá você. Tá mais bonita.
Dá prá acreditar nisso? ?? Vontade de mandar tomar no meio daquele lugar.
9.3.10
Papo de Homem
"Curiosamente, um homem que sabe o que fazer com uma mulher é justamente aquele que age a partir de sua incerteza, de seu desconforto. Ele avança sobre um terreno desconhecido, tem coragem, arrisca, entra na onda, cai na correnteza, aposta e muitas vezes recebe mais do que pede. Ele amplifica a liberdade de sua mulher, ainda que isso possa jogar contra ele no futuro."
4.3.10
Na escola
Me lembrei de uma história que aconteceu comigo e que acabou com a minha fé na escola, de uma vez por todas. Porque juro, eu acreditava mesmo. Inocente, judiação.
Segundo colegial, começa o curso de química orgânica. O professor explica a estrutura da molécula de carbono. Eu levanto a mão e digo: professor, não entendi. Ele explica de novo. Eu digo que não entendi de novo. Ele explica de novo. E eu, pela terceira vez, digo que não entendi. Vejam, eu queria entender de verdade, não só anotar o que ele estava dizendo e repetir na prova feito um papagaio amestrado.
Ele ficou puto, me disse que esse conteúdo era de nível superior e que se eu fizesse faculdade de química, eu, então, aprenderia. Claro que eu perguntei qual a razão de estarmos tendo aquela matéria, já que com o nosso nível de conhecimento éramos incapazes de entender. E que aquilo que ele estava dizendo era absolutamente ilógico. Já viu, né? Arrumei uma confusão sem tamanho.
Mas o que eu mais me lembro é de como fiquei triste. Decepcionada mesmo. E fui conversar com um amigo, que já estava na faculdade e trabalhava na escola meio período.
Ele me disse que era assim mesmo. Que éramos ratos em um labirinto pavloviano e que só tínhamos que apertar o botão certo para receber a comidinha. Faz isso, ele disse. Faz o que te pedem, pega sua nota e vai para casa aprender sozinha.
Pena. Uma pena mesmo, que a escola massacre a verdadeira vontade de aprender. Acabe com os talentos, acabe com o prazer.
Isso sem falar na chatice desse modelo que é absolutamente inadequado para essa geração de crianças. Mas aí... já é outro assunto. Fica prá depois...
3.3.10
Então tá, então... Alguma festinha para hoje?
Abra-se ao prazer!
Que tal se permitir ter mais prazer neste momento, Daniela? Há quanto tempo você não faz coisas de que gosta? Que tal relaxar e curtir mais a vida? O 3 de Copas surge aqui como arcano conselheiro, pedindo-lhe que permita abrir-se ao prazer, para que ele flua na direção do mundo e este lhe atenda, possibilitando situações felizes, festas, namoros (ainda que não necessariamente sérios), em suma, coisas que lhe distraiam e lhe permitam ter dias agradáveis, ao redor de quem você ama. Saia com os amigos, conheça novas pessoas, permita-se rir, conversar, conhecer os outros... estar no mundo! Você sentirá sua alma mais leve e perceberá as coisas a partir de uma perspectiva mais ampla.
Conselho: Deixe o prazer fluir!
24.2.10
For your eyes, only

Eu sempre gostei de me vestir. Roupas e tal. Desde pequenininha. A escolha da profissão parece óbvia. Embora não tenha sido tão simples assim prá mim.
Quase todos os dias, pela manhã, eu penso sobre o que eu vou vestir e isso me dá prazer. Crio um look, um personagem, uma brincadeira. Me visto para mim mesma, para impressionar clientes, para provocar determinadas reações.
Gosto de coisas femininas. Vestidos, sandálias, roupas bonitinhas para dormir.
Porque isso hoje?
Porque hoje, justamente, uma vontade de me vestir para alguém especial?
Um desejo de um olhar específico. Olhar para mim mesma no espelho grande do quarto e sorrir, pensando na apreciação e no desejo nos olhos desse alguém.
Sim, eu sou. Independente, quase sempre segura, equilibrada, feliz. Mesmo sozinha. Principalmente sozinha.
Mas hoje o que eu queria mesmo, era me vestir, for your eyes, only.
11.2.10
Ave Internet
Que me tornei craque nesse negócio de conhecer pessoas pela internet. E que cuspi prá cima e caiu no meio da minha testa. Porque é uma forma legítima mesmo. E funciona surpreendemente bem. Incluo na minha experiência os sites dedicados e os chats. Sendo que o tipo de interação é um pouco diferente, mas nem tanto. Falam por aí que o Twitter funciona as well as... mas sobre isso eu não posso opinar, ainda não testei.
De qualquer forma, o que mais me surpreende é a efetividade da minha conversa escrita. Não que eu esteja negando que seja inteligente, não cometa erros crassos de português, tenha um senso de humor razoável e coloque o ponto exato de pimenta nas conversas (que, aliás, é variável). Mas acho que a principal arma é mesmo, (pasmem nesse ponto) a educação. Pelo que tenho notado é um hábito em desuso. Infelizmente. Me dizem sempre que sou doce e encantadora e eu, sinceramente, acho que o que eu pratico são as regras da boa educação, somente.
Claro que eu sei que oitenta e sete vígula dezoito por cento é xaveco barato mais que básico (nada contra, hein... tudo depende dos objetivos de cada interação mesmo e é absolutamente perceptível para qualquer um com mais de dois neurônios e um pouco de maturidade) mas sobra aí um percentual de pessoas. E, há umas três semanas, recebi até flores*. O que eu estou querendo dizer é que: querendo e tendo-se um pouco de paciência, acha-se o que quiser. Para todas as intenções, estilos, preferências.
Tenho um amigo que diz que virou uma roda viva, que as pessoas tendem a achar que sempre vão encontrar alguma coisa melhor, que não param, que vicia, coisa e tal. Tudo verdade. Mas não para todo mundo, não o tempo todo.
Outro que diz que é cheio de gente doida. Desse, eu discordo. Mesma proporção de doidos que em qualquer outro lugar. Eles apenas se expõe mais, o que, eu acredito, é uma vantagem.
Rogério, um outro amigo, que... aliás, conheci há tempos na internet e virou, primeiro, um muito breve casinho (isso porque ele é um vagabundo (no bom sentido) sem tamanho), depois, o melhor dos amigos, diz que a conversa boa é importante mas uma carinha bonita ajuda muito... e que ele, muito frequentemente escolhe as burrinhas, de propósito. Está sendo, claro, Rogério ele mesmo, com o cinismo, o humor impagável e tudo que o transforma no melhor dos amigos para falar sobre qualquer assunto, de preferência sentado em uma mesa de bar com uma dose de whisky. E ouvindo música boa, claro.
Concordo e discordo.
Estou aqui hoje para fazer apologia mesmo. Abriu portas para uma série de pessoas com características específicas e que não funcionam muito bem em ambientes com música eletrônica e vodka com energético. Estando eu, aí incluída. Sendo que adoro sair mas sou o fracasso da balada no sentido pegação clássica, já que... um pouco tímida, alta demais, bem além da idade média dos locais e segundo, novamente Rogério, com cara de mulher séria (não sei realmente que cara é essa). Além disso, saio com meus amigos para me divertir, dançar, dar risada, ouvir boa música e conhecer alguém, sinceramente, está bem lá embaixo da minha lista de prioridades nessas ocasiões.
Facilitou muito também para os homens. Segundo a maioria, não temos idéia do quanto é difícil atravessar um bar lotado e dizer oi para aquela mulher que ele acha (não, nunca tem certeza) estava sorrindo prá ele de um jeito especial.
Minhas amigas dizem que eu tenho que escrever um livro, normatizar técnicas, ajudar as pessoas. Já fiz isso com várias. Funcionando em graus diferentes, dependendo da aplicação dos pupilos e de suas capacidades pseudo-literárias. Podia, talvez, oferecer meus serviços de Cyrano de Bergerac internética. Cobrar por lauda, talvez? rs
O negócio hoje aqui é agradecer a existência do veículo. Para quem sabe usar, uma ferramenta muitíssimo útil. Proporciona grandes amizades, alisamento de egos, satisfação das necessidades físicas básicas, o que quer que você queira, necessite, deseje. Dizem que até amor... mas na minha humilde opinião, dependemos aí, da nossa senhora da boa fortuna mesmo. Seja na fila do supermercado, na livraria ou eletronicamente.
Temos historinhas... sempre temos historinhas... mas fica prá outro dia. Isso aqui já passou da extensão regulamentar faz tempo.
* Impulse total, se um homem que você nunca viu antes etcetera e tal... e palmas para a engenhosidade da pessoa, hein. Já que eu não tinha dado meu endereço (não, não sou doida, né), somente disse que morava nas proximidades de... e ele tinha meu celular. Passou na floricultura, comprou e pediu que eles me ligassem. Virou um jantar, porque, né... a educação de novo... e foi só isso.
5.2.10
Eu não sei de vocês
E ontem, duas horas e meia para voltar do cliente prá casa. Viramos Recife, definitivamente. Antes ou depois da chuva?
Contando os milissegundos para a minha semana no Rio. Carnaval, claro. Apartamento em Ipanema alugado, as melhores amigas como companhia, biquinis e sandálias de sambar.
Como diz Caetano...
Lapa
Veio a salvação
Lapa
Falta o mundo ver...
Bóra prá Lapa.
4.2.10
PQP! Mais do mesmo
Seguem as frases do Alex que, coincidentemente, relatou uma conversa similar com uma amiga. Porque eu, juro, já esgotei a minha paciência com esse assunto faz tempo. E acho que essa é a colocação primordial mesmo:
"Por que você se rebaixaria a transar com um homem que perderia o respeito por você... por transar com ele?!
Se perderia o respeito de um homem por transar com ele antes de um mês, então é porque ele é tão babaca que não deveria transar com ele nunca!"
Então tá. Existem os que preferem sem manipulados. Que preferem não conhecer o desejo que provocam. Que preferem ser enganados. Preferem a relação calculada, onde todo gesto é medido pela probabilidade da reação. Foda-se a espontaneidade, foda-se o desejo, foda-se o prazer. Prá que aquele telefonema no meio do dia para dizer que hoje, tudo o que você consegue pensar é nas mãos dele? Melhor ligar na semana que vem. Porque o que ele quer mesmo é ser tratado feito um idiota.
1.2.10
Passada relâmpago por aqui
E dividir a dúvida. Algumas coisas acontecem na vida da gente para sacudir convicções e são testes. Só pode ser isso. Universo sacode a cenourinha na sua frente. Sei lá se devoro logo de uma vez ou se digo não. Risky business, guys.


