31.3.08

A semana cobrou seu preço

A festa foi ótima mas eu não vi quase nada. Resultado de não ter dormido. Ter saído para caminhar durantes horas pela manhã para tentar "desagoniar". Ter tentado resistir à dor, a semana toda.
Tomei duas doses de uísque e as paredinhas que eu construí cairam todas. Chorei e fui dormir.
Melhor assim. Quem manda beber quando tá triste? Ontem passei o dia inteiro trancada na minha caverna/quarto. O aperto no coração não passa. Quero colo.

27.3.08

Alguém aí



quer me dar esse livro de presente? Pú favô... plis...
Os livros se acumulam na minha mesinha de cabeceira. Não tenho conseguido ler nada. A concentração que eu sempre tive, foi passear e não voltou mais. E eu prometi à mim mesma, que não compro mais nada até ler, pelo menos, a metade da pilha. Então, f*deu, né? Porque eu continuo namorando os livros e eles me retribuem os olhares.

Semana difícil, difícil. Ansiedade máxima, trabalho emperrado, Mateus doente, ex chegando hoje (ele sempre muda a data da vinda) e, claro, festa no sábado. Que os deuses se apiedem de mim.

24.3.08

Tem dias

em que, contrariando todas as minhas convicções, minha única vontade, era ser madame mesmo, teúda e manteúda, ou coisa que o valha, qualquer situação onde eu não precisasse trabalhar nunca mais. Porque é f*da!

It's holiday, let's celebrate

Espero que vocês tenham se divertido muito nas suas viagens. Porque eu fiquei em SP, trabalhando. O dia em que vocês resolverem chutar o pau da barraca e serem donos do próprio negócio, pensem nisso. Trabalha-se quando se tem trabalho. Não tem férias, nem décimo-terceiro, etc and all.

Jantei com meu best friend na sexta e rolou uma pizza no sábado com duas amigas. E foi só, queridos amigos. Nada de fortes emoções nesse feriado do coelhinho.

Ex deveria ter vindo ontem para passar 3 ou 4 dias (o que serviu para me deixar a semana toda ansiosa) aqui, em casa, com o Mateus. Não veio. Disse que vem na quarta e vai passar o fim de semana. O da festa. Acho que ele fareja, não é possível.
Ou então os deuses conspiram, para me transformar em asceta.

E a história do Ke*anu Ree*ves, bem, mordo a língua. Porque o cara disse que vem, em Abril, para me conhecer (não sei se eu havia dito que ele mora em outra cidade, o que tem sido deveras conveniente).

E agora, Daniela? Meda. Meda. Meda. E velgonha, claro. Quem mandou, né?

19.3.08

Relatório de Pesquisas

Tenho acrescentado mais ratos ao meu experimento. Não sei o que eu estou aprendendo com isso mas tenho me divertido. Continuo preferindo o meu segundo rato, aquele que já mencionei. É o mais inteligente, pula nas horas certas, fica amuadinho quando não ganha a comidinha, faz uns truquinhos sensacionais e claro, é fã do Rubem. Continua me mantendo interessada. Ponto prá ele. Só não digo que estou apaixonada porque isso não existe. Talvez seja comparável à uma paixão pelo Ke*anu Ree*ves, por exemplo, no quesito possibilidade de fazer parte da vida real.
E a vida real urge, amigos. As cores são mais vivas.

Os ratinhos são muito engraçados porque fazem uma série de exigências mas se você acertar o sabor do queijo, eles esquecem tudo e pulam do mesmo jeito. Choques funcionam também. Sinceramente, não achei que me divertiriam tanto. Devo estar ficando doida. Mais.

18.3.08

Fólou-api

Não, a festa não aconteceu ainda but they tricked me. Into a sort of blind date. Não é, Sr. Paulinho? De qualquer forma, algumas coisas não são passíveis de serem inventadas ou fabricadas. O cara é uma graça mas o quociente de atração física entre nós foi zero. The quest goes on.

16.3.08

HUAHUAHUAHUA

Assistindo a Sony (tem crase nesse a? Sony é feminino? Nunca sei).
Intervalo com uma chamada do Desperate Housewives. Que eu assisti no começo
mas não vejo mais. E a menina, filha da Bree, gravidíssima, faz cara de susto e diz:
"I think that my water just broke"
e a legenda diz:
Acho que quebrei o encanamento.

Não, amigos, ninguém merece.

12.3.08

Quarta-feira

e a semana que prometia, está cumprindo. Meu nome é trabalho.

Ah! Mas temos boas notícias! O cara pagou uma parte do que devia hoje e disse que paga o resto amanhã. Inclusive antecipando uma grana que ele só deveria pagar no dia 20. Nem acredito.

Monotema, monotema...

Acabo de chegar à conclusão de que não tenho mesmo saco para esses joguinhos amorosos cibernéticos. Tenho mantido uma chama piloto mas juro, me custa muito. A esperança deveria ser a última que morre mas o que fazer quando a paciência já está mortinha da silva, hein?

E morro de rir, porque as pessoas se mobilizam. Para me desencalhar, quero dizer.

A doida da minha amiga (cuja ousadia, ela só põe prá funcionar pros ôtro), chegou a pedir o cartão de um fulano, em uma festa em que estávamos na sexta passada, só porque eu disse que o cara era interessante. E fez um monte de perguntas, totalmente embriagada de champanhe grátis . E me desafiou a escrever um e-mail prá ele.
Então eu escrevi pedindo desculpas pela doida (só prá jogar na cara dela, claro), achando que o cara nunca ia responder.
Claro que respondeu, né? E a anta aqui, paralisada de vergonha.

Meu melhor amigo está organizando uma festa na casa dele, para me apresentar um tal que ele diz que é um cara muito legal. E já cantou a bola pro cara, né? E eu? Lógico, queridos. Morta da Silva de Vergonha Sauro.

Aguardemos os próximos capítulos.

10.3.08

Segunda-feira

e eu já me sinto exausta. A semana promete.

Anunciação, querida, estou tomando todos os cuidados possíveis. Nome falso, e-mail falso, eme-esse-ene falso. Podiam me enquadrar por falsidade ideológica.
Não se preocupe, é só uma experiência científica. Me comove saber que você está aí, tão longe e se preocupando comigo. Esse sim, é o verdadeiro milagre da conectividade. Obrigada, de coração.

O nosso maior cliente não está pagando direito. O que está nos deixando em uma situação muito, muito complicada. Contas se acumulam. Continuamos acreditando nas boas intenções dele mas, sinceramente, não sei se os credores estão interessados nelas.

Se eu botar um anúncio no jornal: procura-se: friend with benefits, no strings attached, curriculum para rua Shalalá, 312; será que eu recebo algum?

8.3.08

Então

eu continuo conversando com o cara pelo eme-esse-ene. Shoot me.
O cara é genial. Muito, muito esperto mesmo. E me matou na segunda conversa quando eu perguntei qualquer coisa que eu nem lembro mais e ele respondeu: vastas emoções e pensamentos imperfeitos. Porque p*rra, nem se ele me conhecesse. Tenho amigos de anos que não sabem que esse é um dos meus livros favoritos ever. E rolaram várias outras como essa.

De qualquer forma, acho que a curtição dele é essa mesmo. Manter paixões virtuais. Platônicas.
Joguinhos de gato e rato. Quem pode mais. Quem manda a frase mais inteligente. Ou espirituosa. Sei lá.
Apesar de ele ter me dito que detesta disputas intelectuais (é só isso que fazemos o tempo todo) e que o que ele gosta, mesmo, é de me desejar*.

E eu não posso dizer que não acredito que relações se estabeleçam por aqui e assim permaneçam, porque eu tenho esse blog, né? E vocês.

* Mary W, querida, sua ajuda nesse momento seria imprescindível. Porque esse fenômeno merece uma análise sociológica.

4.3.08

Atentem

A Marina do Blowg, foi prá lá.

E eu estou indo prá Minas. Volto sexta. Como diz a Fal, a chapa aqui, tá quente.

26.2.08

Encontraaar alguém, encontrar alguéeem,

encontrar alguéemm, que me dê amooor, ô u ô...

Subtítulo (parodiando o Klein) - Tentando abrir a porta do puteiro.

Monotema na minha vida, no momento. Porque as pessouas só falam disso e ficam me enchendo o saco. Deveras. Muito mesmo. E aí, você fica achando que, p*rra, tem mesmo que sair, seja aonde for, para (óh, deuses), paquerar. E acho que essa palavra nem existe mais. Embora a atividade persista.
Como, quando e onde encontrar alguém, métodos de sedução, conselhos sem fim. Segundo lugar na lista de recebedora oficial de conselhos não solicitados, logo após estar grávida.

E você sai e claro, nada acontece. Ou nada que valha a pena ser relatado neste blog, pelo menos. Ófi-córse que rolam umas cantadas, não muitas. Algumas. Nenhuma que tenha acelerado meus batimentos cardíacos (e , p*ta que o p*riu, sem batimentos acelerados não dá).
E aí eu leio o Klein (supra-citado) e ao menos, vejo que não estou sozinha. A porta está entreaberta mas vai precisar mais do que uma cantadinha sem graça para abrir, acho.

E meus amigos dizem que eu estou escolhendo muito e que é só treino, que não precisa ser perfeito. Tá bom. Eu sei, antas. Até concordo que eu preciso saltar esse obstáculo - o primeiro homem depois do Zé (e não é um obstáculo dos mais fáceis, não. Por diversos motivos). E que a altura do obstáculo vai aumentando, conforme passa o tempo. Mas, p*rra, né? Vocês hão de concordar que alguns quesitos básicos tem que ser preenchidos.

E, muita sinceridade nessa hora (e porque ele nunca lê esse blog) tenho sentido muita falta dele ultimamente.
Ó, claro que ele tem defeitos. E claro que tínhamos problemas. E não, amigos, não é que eu queira voltar, mas um homem inteligente, alto, charmoso, extremamente cheiroso e pós graduado nas técnicas ninja não é assim tão fácil de encontrar. Ponto.

Então, chega de digressão e voltemos ao assunto. Porque até cadastro naquele site de relacionamentos eu cheguei a fazer (de novo seguindo os conselhos das pessouas. E meu deus, o que é que é aquilo, hein? Como diz meu amigo Marcio, medo ocre. Se bem que, tem rendido boas gargalhadas).*

Mas a coisa é complicada, caros amigos. Porque eu tenho que me encantar com a pessoa. Não, não preciso amar nem estar propriamente apaixonada, mas tem que haver um encantamento de alguma espécie.
Acho que vou fazer que nem a Marília Gabriela, que disse numa entrevista recente que nunca está sozinha de fato, porque quando não está apaixonada, ela inventa.

Well, começarei a inventar.



* E agora vou pagar a minha língua (pelo menos um pedacinho dela), porque tinha escrito este texto há dias e desde sábado tenho "conversado" com um fulano que me achou lá e, no mínimo, ele tem me divertido deveras.

23.2.08

Leiam



Os críticos podem meter o pau no Jonathan Safran Foer.
Extremely Loud & Incredibly Close é uma jóia.

17.2.08

Uma e meia da manhã

e eu entrei aqui só prá dizer para vocês assistirem Juno. Saí do cinema com vontade de ter o DVD para poder chegar em casa e saborear aqueles diálogos todos de novo. Bem devagar.
Mal comparando, é uma sensação parecida com a que tive quando li High Fidelity. Uma forma nova.
Uma delícia.

14.2.08

É hoje...

Tem dias que a gente veste qualquer coisa e dá certo. Linda, poderosa, ma-ga-vi-lho-sa. Mas tem outros que por mais que a gente tente, nada funciona. Depois de umas dez tentativas, a gente decide pela menos pior e vai passar um rimelzinho e um batom. O batom cai dentro da privada.
Vou lá ler o meu horóscopo e já volto.

8.2.08

O carnaval foi muito bom

apesar da chuva. E, sinceramente, os homens cariocas são bem mais lisonjeiros que os paulistas. O ego vai bem, obrigada.
Já sei, estão todos especulando e eu vou dizer logo que não, não tomei nenhuma atitude em relação à isso. Esse modelo fast food do carnaval não é muito meu estilo. Se bem que escutei das minhas amigas TODAS que devia ter beijado o bonitinho do último dia, mas gente, juro, nem tive coragem de perguntar quantos anos ele tinha. Porque com um pouco menos de idade, acho que ele poderia estar frequentando minha casa para jogar videogame com o Mateus.
Costumavam prender as pessoas por isso, né? Melhor não.

28.1.08

O máximo da ironia

é ter que escurecer os cabelos brancos da cabeça e clarear os pelos escuros da coxa. Um porre.

E acho que vou pro Rio, no carnaval.
Helê, tá por aí? Se eu for mesmo, quero muito te ver.

Seja óbvia, menina!

Jantei na casa de um amigo na sexta-feira. Um grande amigo. Éramos eu, ele e mais uma grande amiga. Eu e ele, separados; ela, solteira. Pois então. Aproveitei para tirar todas as minhas dúvidas sobre a paquera de espécimes de meia idade, do ponto de vista masculino. Foi muito, muito engraçado (depois de três garrafas de vinho, tudo fica engraçado).
E o melhor conselho que ele me deu foi: Tenha dó dos moços! Seja óbvia!
Óbvia no sentido de deixar bem claro o meu interesse, já que, segundo ele, o maior pânico dos machos da espécie é a rejeição (só deles?).

Então, menina, olha bem, olha de novo, sorri, olha mais, sorri de novo, que é prá ele ter certeza de que pode se aproximar sem medo.

Vou tentar colocar em prática esse negócio de ser óbvia (não é uma tarefa das mais fáceis prá mim, não).
Exercitarei o meu músculo da obviedade, pois. Se bem que eu tenho certeza que vai doer, já que eu não uso essa p*rra nunca.
Voltarei para contar os resultados.

21.1.08

Not so extreme makeover

Eu não podia gastar nada mas fui dar uma volta na liquidação da Et*na e juro, vale a pena. O preço dos tapetes indianos feitos com retalhos de couro está quase ridículo. Comprei dois para a sala por 89 cada um (coloquei um do lado do outro e ficou um tapetão enorme, finérrimo). E acabei comprando copos, cabides, uma luminária de piso, um outro tapete pro quarto do Mateus, etc, etc, etc.
Bom. Resumo: pirei na batatinha. Em dez sem juros.

Só que agora me deu vontade de mudar TU-DO. F*deu.