29.10.08

Bonita ponte, aquela nova, não?

Até ontem, eu juro que achava que esse bar não ia inaugurar no dia 14, não. Impossível. Mas ontem a congregação reunida de marceneiro, serralheiro, vidraceiro, resolveu trabalhar. Disseram que terminam tudo até sexta. E o ar condicionado chegou. Três dias adiantado.
Contratamos cozinheiro, barman, caixa e a empresa de valet. Sem garçons, por enquanto.

E pessoas continuam mandando seus nomes para a lista e pânico, hein? Pânico total desta que vos fala. Ohh, claro que eu mantenho o controle. Outro no meu lugar já teria pulado da ponte.
Porque o escritório está parecendo casa de doido, estamos desenhando uma coleção de uns quinhentos modelos (e não é figura de linguagem) mais o bar e sem ratos? (Falando nisso, temos um bar com ratos (daqueles que roem e são peludinhos e tem um rabinho enroladinho. Não vi nenhum, amémjisuis, mas eles deixam rastros, os animaizinhos simpáticos), a dedetização e desratização está marcada para semana que vem)).

Well, well, well, qual a ponte mais próxima, amigos?
Aquela nova do Morumbi até que é boa, hein? Boazinha, mesmo.

20.10.08

Pessoas

O bar tá ficando lindo, lindo. Apesar da dupla de sócios que eu possuo, ter cortado meu orçamento de decoração todo, praticamente. Porque o isolamento acústico vem primeiro, o banheiro de deficiente é mais importante, precisamos de um fogão novo, etcetera sem fim.
Homem não entende nada mesmo. A importância de um espelho bonito escapa à compreensão (da maioria) destes seres.
Mesmo assim, o prédio é muito legal, as cores das paredes ficaram ótimas, me sobrou um dinheirinho para uns quadros e vamos lá.
A iluminação tá ficando excelente (devo aqui, agradecer à Milena, nova namorada do meu sócio, que é arquiteta e fez o projeto, god bless her).
O som, super hiper mega blaster profissa também, apesar de eu não entender nada disso e aqui vai um PA e aqui uma caixa sei lá das quantas, porque assim o som fica perfeito e uma não anula a outra e blablabla bla bla.
E se vocês forem lá hoje, vão achar que a gente tá doido mas ainda pretendemos inaugurar no fim de semana do dia 14 de Novembro.
Se algum de vocês quiser convites, por favor, deixe um recadinho com e-mail e dia preferido (14 ou 15) nos comentários, tá?

16.10.08

Seu passado a espera?

Eu tive um namorado suiço. Lá nos idos das eras jurássicas, antes do Zé, eu conheci esse garoto quando estudava na Inglaterra. E nós tivemos um romance lindjo e viajamos pela França, Itália e Grécia mochilando no verão, todo um filme adolescente, praticamente. Foi sim. Verdade verdadeira.
Depois nós terminamos porque, sinceramente a inviabilidade era óbvia. Principalmente nos tempos da comunicação via cartas, porque era assim que era, né? Antes das internetis e uébi-cams.

Pois então. Não é que mexendo nuns guardados, procurando sei lá o quê, não acho uma pilha de cartas da pessoa? Uma pilha. Literalmente. Tão fofas, tão doces, chega a dar coceira na língua, igual doce de leite com muito açúcar.

E levo pro escritório prás meninas lerem e darem risada. E elas amam. Claro, né.

E a desvairada da Camila II, toca a me azucrinar para escrever pro moço. E me enche o saco todo santo dia. O tempotodosemfim. Escreve-escreve-escreve, uma ladainha. As carpideiras perderiam longe.

Escrevi.
Não, ele ainda não respondeu, isso foi anteontem. Nem sei se a pessoa mora no mesmo lugar, né? Que lá se vão (ui) vinte anos. De qualquer forma, enquanto estava escrevendo (juro), recebi um telefonema do meu primeiro namorado, pessoa esta que namorei quando tinha treze anos. Treze. Olha, para não fugir da verdade, devo dizer que temos relações cordiais até hoje e nos falamos de vez em quando (de vez em quando significando uma vez a cada dois ou três ANOS).

Dá um arrepio, hein. Medo Peggy Sue.

13.10.08

A noiva do cowboy era você, além das outras três

É o seguinte: Estou aprontando um negocinho lá pro Bar e preciso da colaboração de vocês.
Preciso de frases de música em português. Engraçadas, românticas, cortospulsos (mas não muito) com os temas: relacionamento, amor, sexo, etcetera.
Eu sei que quase ninguém mais lê isso aqui mas, por favor, sobreviventes do navio, já queimei todos os meus miolos e ainda preciso de mais.
Quem não tem as suas preferidas? Mandem, mandem.
Desde já, encarecidamente, agradecemos.

Prometo que coloco fotos aqui depois de tudo pronto.

11.10.08

Então tá, notícias do bar

Porque é só o que eu tenho, pessoal... notícias de bar.
E, claro, bar em obras rende notícias espetaculares. E acho que esse negócio de ser dona de bar vai acabar destruindo todo o prazer da minha vida em frequentar bares em geral, porque eu agora presto atenção em tudo, tudo, tudo.
Viu? Aquela fiação tá aparecendo. Olha, os descartáveis são da empresa Xis. Ihh, também não tem isolamento acústico.
Olho o cardápio, os preços, o serviço, o valet, o diabo a quatro. F*deu de vez.

Orçamento estourado, claro.
Faltam milhões de coisas, claro.
Minha verba de decoração foi pro vinagre depois da chuva (reforma do telhado, calha nova e tals) e do banheiro de deficiente (tem que falar cadeirante, acho, né?) que tivemos que fazer. É a lei, é a lei. E da porta de emergência e dos extintores de incêndio e etcetera, etcetera, vários etceteras.

Bom, hoje vou ver uma banda de rock clássico que pretendemos contratar para as quintas-feiras.

A inauguração está prevista para 14 de Novembro. Cinco semanas. Cinco semanas. Ai, ai.

4.10.08

O bar

está me deixando doida e me tirando o sono e são coisas e são coisas e são coisas.
Eu sabia mas mesmo assim, não esperava. Vai entender.

1.10.08

Update gastronômico 2

Então na segunda-feira, mais duas ligações. Sendo que não atendi a primeira (celular) e na segunda vez ele ligou no escritório e a minha assistente disse que eu estava. E eu conversei e desconversei e disse que EU ligava.

E ontem, de novo para o escritório, e graças ao bomdeus, eu não estava de verdade.

Tá me dando a meda, hein? Dessa pessoa?

E vocês, é claro, estarão se perguntando: porque eu não dispenso de uma vez?
Ainda não, hein, melhor manter assim, na marmitinha, porque mesmo sendo totalmente irritante, é comestível. Nunca se sabe.

30.9.08

Praise the Lord


Então tem essa coisa que eu preciso aprender. Porque não me ensinaram, realmente. A dar e muitíssimo menos, receber.
Problemas com os elogios.
E acredito que teria evitado algumas situações e tido mais sucesso em outras, caso eu soubesse praticar esta arte.
Se algum de vocês conhece um curso, por favor, quem sabe eu aprendo. Porque eu sou uma aluna muito aplicada. Então, se tiver lousa e professor, existe esperança.

E os seres humanos do gênero masculino parecem carecer dessa reafirmação de qualidades em quantidades nunca imagináveis (por mim, pelo menos).
E me surpreende constatar que eles preferem que você diga que eles são uma f*da espetacular, absoluta e inesquecível, que chegam a brilhar no escuro, ou qualquer outra coisa engrandecedora (literal e não literalmente) do ponto de vista sexual, a dizer que eles são engraçados, inteligentes e que sim, você gosta deles, putz, quero você como amigo, você é um cara muito legal.

Porque naquelas cabecinhas, uma coisa exclui a outra e lá se vão as oportunidades de uma amizade fabercastelliana. Me iludo. Eu sei. De achar que isso seja possível.

28.9.08

Então era isso...

Tem uma cousa acontecendo que eu não tinha mencionado aqui ainda. O Bar. Pois então. A doida aqui, que já faz pouca coisa nesta vida, está, com mais três sócios, abrindo um bar. Não tinha falado nada ainda porque queria que as coisas estivessem mais certas mas agora... agora f*deu. Porque o imóvel está alugado, a obra começou e não tem mais volta, não.
Esperamos inaugurar até o dia 20 de novembro mais ou menos, juro que aviso vocês. Inclusive porque precisa-se desesperadamente de clientes, Susan.
Por ora, digo que é um bar com boa música ao vivo, focado em uma faixa etária acima dos 30 (mas não me abandonem crianças, não me abandonem!), ali pertinho da Praça Benedito Calixto.

Dona de bar, era só o que me faltava, não era não?

Update Gastronômico:
E o italiano ligou algumas vezes e apareceu lá no escritório para tomar um café mas juro, acho que não tenho forças, não. Fala demais, a pessoa.

22.9.08

PT Saudações

Cheguei quarta. Câmbio. Viajo hoje de novo. Câmbio. Minas Gerais. Câmbio. Volto quinta. Câmbio.
Exausta. Câmbio.

8.9.08

Meeting Ike and an italian


Bom, eu estou indo viajar afinal. Digo afinal, porque deveria ter ido na quarta ou quinta passadas.
Viajo amanhã pela manhã e chego aos Estados Unidos juntamente com o Ike.
Nada como um furacão para animar as coisas, não?
Olha, gente, eu brinco mas não é brincadeira, não.
Pelo menos, já eliminaram o risco do furacão passar por Miami (parece que ele mudou um pouco de direção) mas sofreremos os side effects (ventos fortíssimos e tempestades, risco de tornados)
E todo mundo vai perguntar porque não esperamos o raio do furacão passar mas acho que não vai dar, não. Essa viagem já está mais do que atrasada e se não formos agora, não podemos mais ir, vai ser tarde demais. Precisamos da informação para fazer o trabalho e é isso, furacão ou não furacão.

E ontem fui tomar um café com mais um ser humano, gênero masculino, proveniência internetis.
A Marcia, minha sócia diz que eu vou morrer de tanto tomar café mas não vou, não. Adoro café.
Têm sido vários, mas eu não me dou ao trabalho de contar porque não valem as letras digitadas.

O de ontem vale. Porque eu nunca ri tanto.
Se eu andava reclamando da insegurança dos rapazes, paguei a minha língua. O cara era italiano. Italiano e xavequeiro são quase que sinônimos absolutos mas esse, esse era O Rei.
Cocky? Super mega blaster cocky, ao cubo. Beirando o ridículo, praticamente um Zé Bonitinho.

Sim, eu sei que esse é o modelo, eles são educados desse jeito, sei lá, deve ter uma cartilha que eles lêem quando pequenos, ou coisa que o valha porque, sinceramente, não é possível.
E olha, nunca conheci ninguém tão direto, italiano ou de qualquer outra nacionalidade.
O cara é muito interessante, não posso negar, mas terei que atravessar um mar de presunção, primeiro.

E é a união de dois estereótipos, né não? Eles, com uma imagem fantasiosa da mulher brasileira (segundo ele, as brasileiras são as mulheres número 1 do mundo, obrigada pela parte que me toca mas, né, eles assistem carnaval demais na televisão) e nós, com uma imagem praticamente espelhada do homem italiano e igualmente fictícia (Casanova, o fundador da tradição (ou da maldição)).

Minha amiga Sheila, para quem eu liguei, às gargalhadas, assim que cheguei em casa, me disse: pelo menos faz bem pro ego. Sei não. Quem é que acredita naquele monte de bobagem?

Ele disse que quer cozinhar prá mim, quando eu voltar da viagem, na semana que vem. Então, fica aqui a questão:
Comemos ou não, um prato italiano?

3.9.08

Pedido de desculpas



Eu sinceramente pretendia ter ido ao lançamento do livro da Fal. E ter encontrado todas vocês lá. Mas eu não ando muito bem e ontem, especialmente, ninguém merecia minha companhia. Ninguém mesmo.
Espero que tenha sido o sucesso que ela merece.

1.9.08

Ôceis num presta prá nada, mes

Num rezáru, né? Rezáru coisa nenhuma.
Porque me ligaram lá de Manaus hoje e, além da entrevista onde eu só falei asneiras ter passado na televisão, disseram que eu saí em todos os jornais.
E gente, juro juro juro, não sirvo prá isso, não. Morro de vergonha. Verdade verdadeira.

29.8.08

Nem fui e já voltei

Então, né. O chá. Que não foi chá coisa nenhuma, sendo que serviram champagne e trufas. Correu tudo dentro dos conformes. O troço foi organizado por um colunista social de lá. Kind of Amaury Djuniors manauara. Sei lá quem foram as fulanas que foram mas segundo eles, eram as fulanas que eles queriam que fossem.
E vai aparecer em todos os jornais locais e tchã-nã-nã, na televisão. No tal do programa da pessoua.
Para o qual eu dei uma entrevista absolutamente ridícula. Vergonha. Medo. Medo. Vergonha.
Ainda bem, deuzépai, que só passa lá, né? Ou eu me enterraria em um buraco bem fundo para sempre. Ou então, quem sabe, os deuses olharão cá prá baixo e se condoerão (???) de mim e o tal do Alex me editará. Cortará tudo. Me apagará dos anais da história televisiva amazônica para sempre.
Orem amigos.

27.8.08

A saga continua

Só para não perder o hábito a viagem da semana é... tã-nã ... Manaus!

O nosso cliente está promovendo um evento para cinquenta mulheres da sociedade de Manaus. Um chá. E queria que uma de nós estivesse presente. Após uma disputa ferrenha de par ou ímpar com a minha querida sócia, quem ganhou, quem ganhou? Adivinhou.
A " sortuda" aqui.
Bate e volta para Manaus (tão pertinho, né, crianças?), para tomar chá com as damas da sociedade. Mereço?

22.8.08

Será possível?

Pensei e pensei e pensei sobre o que aconteceu e só me restou uma pergunta:

Será que é sempre necessário esse equilíbrio: um forte e um fraco? Um egoísta e um generoso?
Um adicto e um co-dependente? Um doador e um tomador? Essa interação de opostos, sempre?

Porque foram duas experiências onde eu estava forte, sabia o que queria, agi com segurança e naturalidade e o resultado foi provocar uma insegurança enorme do outro lado.

Quero, preciso acreditar que não. Que o encontro de duas pessoas seguras é possível. Dois justos (para citar o Gikovate).
Dois inteiros.

Então

eu recebi um e-mail do DJ. Vocês não tem idéia. Da putice dele. Disse que eu o reduzi a uma mera ejac*lação, justo ele que era um amante secular (sic) (o cara acha mesmo que é um vampiro) , e que tinha frases preparadas para sussurrar no meu ouvido, e justo ele que adora fazer amor, and so on and so on. O tom, completamente agressivo. Muito.

A-hã. Reduzi mesmo. Ele tem toda a razão. Foi exatamente o que eu fiz. Fria. Agindo totalmente contra a minha natureza, on purpose. Fucking like a man. Realizando a tal da experiência, onde eu era o rato. Deixando de ser a agradadora patológica para ser a tomadora (não, não vou ficar assim prá sempre, não sou eu, de jeito nenhum. É um exercício mesmo, e demanda um tremendo esforço da minha parte. O objetivo é uma certa forma equilíbrio. Consigo? Não sei. Preciso tentar, se é que eu pretendo ter um relacionamento decente algum dia, no futuro )

E não é inacreditável isso? A gente não pode, não. A gente tem que bancar a dama arrebatada e apaixonada, suspirando pelos cantos e pedindo sais. Não esquecendo de bater as pestanas e abanar o leque. Merece uma análise de alguém mais competente que eu, esse negócio aqui. Porque ontem, tive uma outra demonstração de insegurança, vinda de outro lugar. Pois então, fuck like a man, they become little women. Muitíssimo esclarecedora, essa inversão.

Gente, esses experimentos estão se revelando muito mais do que o inicialmente pretendido.
E, por favor, não fiquem com peninha dele, não. Que o que ele queria era a minha alma, como ele mesmo deixou bem claro várias vezes. Ele é um sedutor profissional e eu, uma mera enganação.

Fiquem com peninha de mim. Porque a co-dependente que mora aqui dentro (e não sai de mim, não sai), sofreu um pouco. Desagradar, para mim, é extremamente difícil. E essa luta para largar de achar que o mundo inteiro tem que gostar de mim e das minhas atitudes é diária.
Um dia de cada vez.

21.8.08

Falta pouco

E ainda bem que a minha irmã chega amanhã. De Florianópolis, that is. Onde ela escolheu morar. Que é onde moram todas as pessoas de sumpaulo que resolveram dar um basta e disseram não. Não ao trânsito, não à essa vida maluca, etceteras. Tudo bem que ela foi bem antes dessa moda dos paulistanos. Ela merece esse aparte. Vinte anos atrás, só os neo-hippies iam morar em Florianópolis. Minha irmã é neo-hippie? Sei lá, acho que não. Gosta de praia, isso sim. Mas eu também gosto e não iria morar lá, não. E olha que adoro, hein? Florianópolis.
Natureza demais faz mal para a saúde. Parque do Ibirapuera já tá de bom tamanho. E umas férias e rólideis, de vez em quando.

Porque ela veio para salvar a minha vida, entendam. Que atravessei essa semana a nado. E o ar parecia mercúrio. Quase não respirei, porque se eu respirasse, afogava. Fiz que nem o garoto lá, da medalha, respirei, pulei, nadei. E não respirarei mais até o fim da tarde de sexta. Quando iniciarei os trabalhos de embebedamento que durarão o final de semana. Todo.
Isso é para vocês, que acham que eu levo uma vida de glamour e sofisticação com toques de Samantha Jones. Levo, não.
Problemas abundam, decisões são necessárias, o tédio impera, o trabalho se arrasta, o ex complica a vida.

Por isso, ave Isabela, que vem me fazer companhia e partirá comigo para as duas festas para as quais fomos convidadas (uma, eu e a outra, ela). Às vezes, até acho que deus existe.

16.8.08

Relatório

Eu tenho que explicar direito esse negócio das experiências. Onde eu sou o rato. Ontem conversei com o meu amigo filósofo e ele sempre me faz perguntas tão procedentes que eu sou obrigada a pensar sobre os assuntos.
E ele me pediu para explicar cada experiência e o objetivo delas. E perguntou o que eu estava realmente pretendendo aprender.

Então cheguei à seguinte conclusão: o que eu estou tentando fazer é romper com meus padrões de comportamento para ser mais livre.
Elaborando: eu tenho tentado não seguir meus primeiros impulsos, ignorando os meus imprints. Isso eu gosto, isso eu não gosto, isso eu faço, isso eu não faço, isso me atrai, isso não me atrai. Será? Vamos ver. Eu paro, racionalizo e então, experimento agir em outra direção que não aquela que eu instintivamente seguiria.
Tenho feito descobertas impressionantes sobre mim mesma e tido experiências muito especiais.
Exige uma frieza que normalmente não é parte da minha personalidade mas tem servido aos seus propósitos.

Quanto ao DJ e o fim de semana no Rio, preciso confessar uma coisa. Porque ficou parecendo a final de um jogo e não foi bem assim. Quando eu disse que ganhei, ganhei de mim mesma.
Porque seria uma situação e um objeto com os quais, em outros tempos, eu me envolveria profundamente.
Nós temos mesmo, muitas afinidades. Conversamos muito abertamente sobre esses e outros assuntos.

E agora, tenho que admitir, eu sinto falta dele. Não do DJ da vida real, atentem. Mas do DJ de antes. Do jogo, da fantasia, da brincadeira.

Bem, da adrenalina.

Não, não mudei tanto assim.