28.6.07

Blog Babydoll em teste



Já colocamos o blog da Babydoll no ar. Pretendemos vender os saldos de estoque diretamente para o consumidor. Já que todo mundo pergunta aonde tem para comprar e nós ainda não vendemos para muitas lojas.
Ainda não colocamos nem um quinto de tudo que temos, mas se vocês quiserem dar uma olhada, já subimos o primeiro coordenado (só de brancos).
Espalhem o link por aí, please. Precisamos muito da ajuda de vocês.

babydollblog.blogspot.com

26.6.07

Espelho, espelho meu

Surge do espaço profundo
E vem dizer se há no mundo
Mulher mais malvada do que eu

Não tenho escrito muito aqui. Principalmente porque tenho me sentido a pessoa mais malvada do mundo (malvada enquanto pessoa muito má, mesmo).
Porque tenho tomado atitudes que vão completamente contra a minha natureza (natureza doente, mas é a minha) e tem sido extenuante e difícil.
Meu guru, FK, diz que raramente tomamos decisões internas baseados em maioria absoluta. Que, normalmente, é maioria simples mesmo e dê graças a dios. Pois então, baseada em uma maioria bem simplinha (uma mão a mais, meio levantada, meio sem coragem), tenho tocado o barco.

E, Klein, ainda não fiz aniversário, não. Mas obrigada, mesmo assim. Recebi um daqueles e-mails do Personare, dizendo que o inferno astral estava terminando (acho que começou o signo de Câncer, acho que é isso).

20.6.07

Relaxa, né Marta?

Eu não ia falar da Fulana, não. Todo mundo já falou e eu não tenho nada a acrescentar. Mas tenho que sair daqui a 20 minutos para o aeroporto de Cumbica para ir para Manaus e veja você: os jornais de ontem mostram o caos e o dia amanheceu com neblina em São Paulo. Vôos atrasados se empilham.
Martinha, darling, porquê vc. não vai "práquele" lugar? De avião, claro.

Amanhã termina meu inferno astral. Tem que melhorar, né? Alguma hora peloamordedadá*.

*copyright dela.

18.6.07

Update

Foi mesmo muito boa, a palestra. Eu já tinha lido o livro mas, pessoalmente, ele manda muito bem. E me deu mais vontade ainda de fazer terapia com ele. Porque ele é um cara que acredita na terapia de curto prazo para assuntos específicos, e dá uns tapas na cara que, realmente, eu ando precisando. Mas, claro, deve custar uma petit fortune.

Fim de semana com trabalho e festa de criança. Soa como pagamento de promessa mas não foi, não.

E nessa semana, volto para a floresta. Manaus, bem entendido.

Além do site, estamos preparando um blog de Babydoll para tentar vender diretamente para o consumidor. Paciência, paciência, temos que tirar muitas fotos. A princípio, vamos vender somente os saldos de estoque do verão passado. Como produzimos sob pedido, ainda não temos peças de inverno suficientes.
Vou precisar muito da ajuda de vocês para espalhar por aí.

E, last, but absolutely not least, por onde anda Elvis? Tenho sentido uma falta danada dela.

14.6.07

Aviso

Para quem mora em São Paulo, hoje tem uma palestra do Flávio Gikovate, na Livraria Cultura nova, no Conjunto Nacional, gratuita, às 19 hs. O tema é o livro novo dele: Dá prá ser feliz apesar do medo.
Eu vou e recomendo.
O Flávio Gikovate é um cara muito sério, diferentemente de uns e outros espalhados por aí, para quem o mais importante é vender muchos livros, não importanto o conteúdo.

10.6.07

Morram de inveja

Eu comprei uma dessas doquinhas de I*pod, um tocadorzinho portátil que é a cousa mais fófilis de todos os tempos forever and beyond.
Comprei pela A*mazon e pedi para entregarem na casa do meu amigo em Miami, que, convenientemente, vem a cada duas ou três semanas para o Brasil (não, ele não é contrabandista, não, trabalha em uma companhia aérea).
E chegou! E é lindo. E é portátil mes, e você coloca numa sacolinha e carrega prá todo lado, mas eu quero mesmo é para escutar minhas músicas no meu quarto.
Portanto, podem morrer. Eu morreria.

6.6.07

Se eu fosse você, eu pulava esse post

Falta absoluta do que dizer, então... peguei daqui.


Se eu fosse uma música, eu seria... black (qualquer black music, amo)

Se eu fosse um mês, eu seria... junho (tudo fica lindo na luz de outono)

Se eu fosse um dia da semana, eu seria... sexta-feira (nem precisa explicar, né?)

Se eu fosse uma hora do dia, eu seria... 6 horas da tarde (da sexta-feira, claro)

Se eu fosse um planeta, eu seria... a Lua, vale?

Se eu fosse uma direção, eu seria... todas e nenhuma, às vezes

Se eu fosse um móvel, eu seria... uma cama.

Se eu fosse um esporte, eu seria... sei lá, gosto de assistir à vários, mas eu mesma, só caminhada e musculação

Se eu fosse um divertimento, eu seria... um livro

Se eu fosse um momento, eu seria... um suspiro

Se eu fosse um líquido, eu seria... vinho tinto ou, pensando bem, um bom café

Se eu fosse uma pedra preciosa, eu seria... esmeralda

Se eu fosse uma árvore, eu seria... um chorão

Se eu fosse uma flor, eu seria... lírio branco

Se eu fosse um instrumento musical, eu seria... um sax

Se eu fosse uma cor, eu seria... branco

Se eu fosse um sentimento, eu seria... nostalgia

Se eu fosse um tempero, eu seria.. sal

Se eu fosse um animal, eu seria... uma baleia jubarte (cantando e viajando pelos 7 mares)

Se eu fosse uma fruta, eu seria... um morango

Se eu fosse um elemento, eu seria... água

Se eu fosse um livro, eu seria... ah, f*deu, todos juntos, embaralhados

Se eu fosse um personagem, eu seria... não sei também, não, são tantas...

Se eu fosse uma comida, eu seria... uma massa, um risoto, qualquer coisa quente e confortável

Se eu fosse um lugar, eu seria... Amsterdam

Se eu fosse um objeto, eu seria... um vaso de flores

Se eu fosse um filme, eu seria... Não vou conseguir escolher um, não, gente, impossível

Se eu fosse um gesto, eu seria... um sorriso

5.6.07

Nem sempre se vê, lágrimaaaaa, no escuro

Eu estou tão chata, vocês não fazem idéia.
Leio um blog e penso: chato. Leio um livro e acho: chato. Folheio uma revista e tã.. nã..: chata. Filme então, nem se fala. Chata és tu, cara de tatu.

E ontem, pela primeira vez (acho que estava muito ocupada fazendo força para manter e cumprir as minhas determinações), senti uma falta doída do Zé.
Não liguei prá ele, não. Melhor não, né?

Dizem que o tempo cura todas as feridas mas, sinceramente, podia passar mais rápido.

4.6.07

Fim de Semana and more

Family total. Todos os meus parentes do lugar incerto e não sabido que fica lá nos interiores estavam aqui nesse fim de semana. Vieram para um casamento megasuperhiper. Eu não fui convidada (não faço muito o social circle lá do lugar onde eu nasci, então...) mas de qualquer forma, saímos todos para jantar na sexta e foi divertido.
Passei o sábado e o domingo com a minha mãe, que também chegou na sexta-feira, agora de vez, para morar aqui em SP, perto da gente. Ela ainda está muito muito triste. E me encontro no meio de toda uma situação de perda e rompimento, tudo ao mesmo tempo agora. A vida é estranha. E cruel, às vezes.

Queria muito ir a Buenos Aires, no feriado mas, claro, não tem mais passagem (barata, quero dizer). Minha cunhada (ou ex-cunhada, não sei bem como denominá-la na atual situação e ainda não quero falar disso, não) mora lá e me convidou. Fiquei muito tentada. Mas vou ter que deixar prá próxima. Esse negócio de não planejar viagens e fazer tudo no impulso do momento só funciona prá quem tem mucha plata, caros amigos.

Quanto à Babydoll, thank you, thank you, thank you. Vocês não sabem o bem que me causam quando elogiam. Porque a Babydoll é nosso bebê, literalmente. E a gente acredita muito na marca e no produto que estamos fazendo. Nós ainda não estamos vendendo em SP, acabamos de colocar uma representante aqui (daqui a pouco já vai ter em algumas lojas e eu aviso).
No site, por enquanto, não vai ter venda, não, gente. Vai ser só institucional, por enquanto, infelizmente.
E por fim (ufa!), tem algumas coisas da Babydoll (coleção passada, de verão) em um bazar na Alameda Tietê, entre a Haddock Lobo e a Augusta. Não sei o preço que o cara botou mas demos um super desconto prá ele, então, não deve estar caro, não.

1.6.07

Não estou conseguindo comentar

em nenhum blog ponto zip ponto net.
Hunny, Klein? Não é que eu não queira dar os meus pitacos mas não tô conseguindo mesmo.

28.5.07

Boas notícias para variar




Ficaram prontas hoje, as primeiras fotos de Babydoll. Até que enfim! (prá quem é novo aqui, Babydoll é a nossa marca de sleepwear).
Demoramos todo esse tanto em função do custo, claro, e também do perfeccionismo das sócias envolvidas que sempre querem tudo perfeito, maravilhoso, impecável (medo, muito medo de ficar uma coisa com cara de catálogo barato ou pior, com cara de Ele&Ela, pelamordedios).

Bom, decidimos baixar a bola. Porque para pagar um mega-fotógrafo, uma top-model, um estúdio de primeira linha, essas fotos não iam sair nunca. E fizemos.

Sabe que ficaram boas? (uma amostrinha aí em cima)
O site deve sair em breve, eu aviso vocês.

22.5.07

Não

Queridos amigos, ando triste e ausente daqui. Eu sei.
Estou me separando do Zé.

Não sei se é definitivo.
Não cuspo prá cima.
Não tem briga.
Não tem raiva.
Não sei o que eu quero.
Não sei o que eu sinto direito.

Talvez, daqui a um tempo, eu seja capaz de falar sobre isso com alguma distância.
Não hoje.

14.5.07

Post 3

Eu não tenho nada que preste para dizer, não. E esses últimos post depressivos estão irritando até a mim mesma.

Queria que eles descessem na página.

Eu sei. Dã. Posso apagar.

Mas também não quero.

Post 2

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Post 1

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11.5.07

Deixe em paz meu coração




Já lhe dei meu corpo, minha alegria

Já estanquei meu sangue quando fervia

Olha a voz que me resta

Olha a veia que salta

Olha a gota que falta pro desfecho da festa

Por favor

Deixe em paz meu coração

Que ele é um pote até aqui de mágoa

E qualquer desatenção, faça não

Pode ser a gota d'água

10.5.07

Viagem ao centro da terra

Placas tectônicas se movem. E o que parecia estabilizado há eras geológicas, treme. Uma rachadura enorme se abriu aqui, na minha vida. E faço muita força (mesmo) para ficar de pé mas reconheço que de vez em quando ajoelho e engatinho.
Não vou cair nesse buraco, não (been there, done that).

E só prá deixar esse post mais light, preciso mesmo comprar uma bota preta com sola de borracha.
Que ontem cheguei em casa com os pés congelados e úmidos.

1.5.07

Cala a boca, Magda

Tem umas coisas que por muito tempo são. Mas como a gente não quer que elas sejam, fingimos não ver, olhamos pro outro lado, enfeitamos com lacinhos, botamos óculos cor-de-rosa.
Mas de vez em quando a gente dá uma olhadinha de soslaio, disfarçada... e a coisa tá lá. Te dando um sorrisinho amarelo e um tchauzinho sem graça. Então a gente engole seco e, muito rápido, olha pro outro lado.
Essa coisa silenciosa, às vezes, resolve começar a emitir ruídos, a féladaputa.

30.4.07

Notícias do front

No momento me recupero de uma viagem à Manaus (sexta, sábado e domingo, chegando em São Paulo e encontrando o frio às seis da manhã de segunda).
Cansada mas feliz com os resultados do trabalho que vai muito bem, obrigada (eu devia mesmo ter cobrado mais caro). Ainda restam quatro meses mas o cara disse que quer ampliar o projeto e estender o tempo da consultoria e disse que num larga mais di nóis, jeinenhum.
Entonces, who knows, tentemos aumentar o preço e oremos.

E aproveito para agradecer o carinho. Vocês podem pensar que é coisa pouca, que umas palavrinhas não mudam nada, que não faz diferença. Mas faz.

25.4.07

Post chato mas necessário

Saiu uma reportagem na Épo*ca dessa semana (Como os Médicos pensam) sobre diagnóstico e as dificuldades dos médicos em relação à isso. Depois do que aconteceu com o meu pai, não posso deixar de falar alguma coisa. Porque se ajudar uma única pessoa, já valeu.

Meu pai morreu de enfarto. Foi um enfarto silencioso (o médico chamou assim). Ele passou uns quatro ou cinco dias se sentindo mal, meio esquisito. Com dor nas costas e um mal estar de estômago. Achou que era uma virose qualquer. Como não passava, no terceiro dia foi ao hospital (em São Paulo). Falou para a médica, inclusive, que achava que estava enfartando. Fez o eletrocardiograma, não deu nada (normalmente não dá nada - só aparece alguma coisa se a pessoa tiver alterações cadíacas naquele exato momento). Saiu do hospital com uma receita de relaxante muscular e remédio para enjôo.

Viemos a saber depois que existe um exame específico, que mede umas tais enzimas e que esse é o único exame que poderia ter detectado o enfarto.
Quando, finalmente, um outro médico, de outro hospital (um reles posto de saúde, sem recurso nenhum, na praia de Boiçucanga), mais atento e cuidadoso desconfiou que talvez ele estivesse enfartando e o mandou para uma UTI, o coração dele já havia perdido sessenta por cento da capacidade e ele não resistiu.

Claro que se ele fosse uma pessoa que fizesse check-ups regulares (esteira e eco), teríamos sabido antes que as coisas não estavam bem. Mas ele não era. Detestava médicos, não gostava de dar trabalho e minimizava o próprio desconforto em qualquer situação. Mas esse tipo de atitude é muito comum, muita gente é assim (eu, incluída).

O que eu estou tentando dizer aqui é que os sintomas desse tipo de enfarto são difusos e difíceis de diagnosticar. Mas existem. Só a própria pessoa pode saber o que ela está sentindo e dor de estômago, dor nas costas, suor excessivo, são alguns dos sintomas. Que passariam batido para a grande maioria das pessoas.

No caso relatado na revista, o paciente era jovem, atleta, não apresentava nenhum dos sintomas clássicos, somente uma dor esquisita que parecia muscular.
Foram feitos todos os exames, inclusive o das enzimas cardíacas. Nada. O enfarto ainda estava no começo e as enzimas ainda não apareciam. Na manhã seguinte, o cara deu entrada no hospital com enfarto agudo do miocárdio. O médico diz se arrepender de não ter segurado o paciente no hospital e refeito os exames algumas horas depois, já que ele liberou o fulano, sem diagnóstico.

Mas vejam, o cara foi para o hospital. Porque, apesar de estar acostumado com dores musculares, aquela dor, para ele, não era normal.
E é isso que interessa. Só a gente mesmo sabe se o que estamos sentindo é normal, para nós. Meu pai sabia o que estava sentindo e disse para a médica que estava estava tendo um enfarto.

Temos que insistir com os médicos. Para que eles façam todos os exames possíveis. Eles não são deuses.

E, claro, fazer check-ups regulares.

Não, eu não estou naquela viagem do que poderíamos ter feito, porque sei que não adianta nada.
Eu estou aqui, escrevendo tudo isso, justamente pelo contrário, pelo que ainda pode ser feito.